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A primeira referência escrita sobre pontos vitais como alvos para matar ou aleijar oponentes é um livro Chinês, traduzido por Herbert Giles em 1874. Giles foi um dos linguistas que estandardizou a Romanização da língua Chinesa (Wade-Giles).
O livro, datada da Era Shun Yu (1241-1253), era o Hsi Yuan Lü, ou Registro da Eliminação das Imputações Injustas, um manual forense relacionado à avaliação das vítimas mortas em lutas corpo a corpo.
No livro, existem dois quadros mostrando a localização dos pontos vitais do corpo humano. Estes são os quadros mais antigos existentes sobre o assunto. No entanto, algumas referências a pontos vitais podem ser encontradas em trabalhos escritos no Século VI.
Devido ao foco forense do trabalho, podemos inferir que o ataque a pontos vitais era bem conhecido e praticado muito antes desse livro ter sido escrito.
Neste trabalho, são descritos 34 pontos vitais, 22 na frente e 12 nas costas. Apresenta, também, outros 36 pontos não-vitias na frente e 20 nas costas do corpo humano.
Este é a mais antiga referência a pontos vitais que, quando atacados de certa forma, podem provocar a morte retardada, dias após o ataque. Neste caso, o livro identifica esses impactos pela inflamação e os machucados superficiais, relacionados ao dano provocado nos órgãos internos.
Golpes que induzem a morte imediata são mais evidentes devido ao sangrado, ossos quebrados e lacerações externas.
Na Coréia, a primeira menção ao uso do Kupso Chirigui e o Ji Ap fazem referência às habilidades do Monje Won Hyo, quem introduzira o Budismo durante a Dinastia Silla, no amo de 682 DC.
Existem legendas sobre como ele recolocou o ombro de um peregrino só com uma ligeira batida (em um ponto específico) com a ponta da sua bengala. Verdadeira ou falsa, esta história demonstra a existência deste tipo de conhecimentos na Coréia, a partir do Século VII.
Lamentavelmente, não existem registros escritos na Coréia, sobre este assunto, mas em geral é aceito que a evolução do Kupso Chirigui acompanhou o desenvolvimento desta disciplina da China, sendo seguida, mais adiante, pelo Japão, após a Dinastia Tang, seguindo a expansão do Budismo, que chegou naquelas ilhas através da península Coreana.
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